Critica Battisti : Bandido Apóia Bandido

Por : Plínio Sgarbi

Na Itália homicida é homicida e Não sei como fui parar nesta imbecilidade lista de bajulação a um assassino italiano.
Battisti é ex-militante da esquerda armada italiana da década de 70, acusado de participação em execuções praticadas pelas organizações guerrilheiras de seu país e condenado a prisão perpétua pelo assassinato de quatro pessoas entre 1978-79.
Pelo que consta, Battisti não foi um simples cidadão insubordinado perante as leis e autoridades italianas, mas um criminoso processado e condenado pela Justiça daquele país, por assassinatos que lá praticou, à pena de prisão perpétua. Há que lembrar que a Constituição brasileira prevê que o terrorismo é imprescritível, portanto, impossível de esquecimento.

Asilo político é caracterizado por perseguição por opiniões políticas, situação racial, ou convicções religiosas. Não é o caso desse assassino italiano, acusado por crime "comum" (entre aspas, pois, considero hediondo), quatro assassinatos, crime este, que faz parte do Código Penal da Itália e de qualquer democracia.
Imagina se um homicida brasileiro pede asilo político a outro país. Qual o dever do Estado brasileiro nessa situação? Lógico que pedir a extradição do criminoso para nossas terras tupiniquins.

O interesse do governo Italiano no Battisti é de ordem criminal e qual o interesse do Brasil nesse condenado que nem Brasileiro é?
Será que é por ter uma ficha igual a de muita gente hoje no poder?
Tem mesmo que extraditar esse terrorista. Que interesse temos em tê-lo em nosso país?
É um absurdo o Brasil dar asilo político a um  bandido e assassino desta qualidade. Aqui já existem inúmeros bandidos, criminosos, que a justiça brasileira não está dando conta. É simplesmente LAMENTÁVEL.
O mais lamentável ainda é a possibilidade de termos uma bandida do tipo desse italiano como presidente do Brasil.

O mais deplorável dos favoráveis ao Battisti é que invocam os direitos humanos, a liberdade de expressão, a legislação, e mais tantos outros valores. Mas deixam claro que no fundo apenas os vêem tais valores como instrumentos para defender seus interesses ou uma fajuta ideologia. Afinal, só lembram desses valores invocados quando estão a favor de alguém de seu “lado”.  Os seguidores fiéis se encarregam de arrumar mil desculpas para o protecionismo ao “cumpanhero”.
Se alguém é de esquerda, não importa o quanto tenham sido vis seus atos, essas pessoas vão garimpar justificativas e atenuantes em qualquer fonte.
Resumindo, para eles, o único determinante é sua fajuta ideologia. Tudo mais é relativo.
De fato, os homens são sempre contra a razão quando a razão é contra eles. Mas a verdade não importa, pois depende das táticas empregadas no que se proclama e os profissionais militantes sabem excitar nos outros (seus aduladores e bajuladores) os sentimentos mais caros e as paixões mais fortes, quando estas são úteis aos seus projetos. E estes vestem a roupagem própria de suas naturezas.

Plínio Sgarbi

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