SEGUNDA - MÃO : EXÉRCITO BRASILEIRO RECEBE LEOPARDOS ALEMÃES
Por : Pettersen filho Demonstrando o quanto vem sendo prestigiadas, ultimamente, as Forças Armadas Brasileiras, o Exército do Brasil acaba de receber, essa Semana, os velhos tanques de guerra Leopardo 1 , alemães, desativados e reformados na Alemanha , e enviados ao Brasil , pela bagatela de cerca de 900 mil reais a unidade, tendo aportado em Porto Alegre , numa remessa inicial de cerca de 36 blindados, de um total previsto de 240 tanques. Embora envelhecidos, sendo uma versão ultrapassada do Leoprdo 2 , atualmente em uso na Alemanha, o Leopardo 1 é um tanque de cerca de 40 toneladas, representando o que de mais moderno havia na década de 70, comparável ao Chieftan , Inglês ou T-60 Russo , seus equivalentes, então. Com deslocamento rápido, para um tanque, alcançando cerca de 65 quilômetros por hora, em condições de batalha, possuindo uma moderna torre giratória de 360 graus e um potente canhão de 105 milímetros , o tanque significa, pelo menos para o Brasil, que assiste a Venezuela adquirir moderníssimos tanques T-80 Russos , com o dobro de blindagem e poder de fogo, um avanço de pelo menos quarenta anos em sua frota de guerra, desde que recebeu, ainda na década de 40/50 os velhos M3 americanos, da Segunda Guerra Mundial, repotencializados e até hoje, quem vinham sendo a espinha dorsal dos batalhões mecanizados do Exército Brasileiro . Sem que, contudo, se chore pelo “ Leite Derramado ”, o Brasil , que chegou a ser um dos quatro maiores produtores de armas convencionais na década de oitenta, os Leopardos , sobre largatas movediças, na verdade, já tiveram um similar nacional, produzido em escala de protótipo, o Osório , da Engesa – Engenheiros Especializados, a mesma fabricante dos aprovadissimos Blindados Leves, sobre rodas, Cascavel , Jararaca / Sucuri e Urutu , todos com nome de cobras mortíferas, largamente provados, e aprovados, tanto no Brasil, como nos campos de batalha do Oriente Médio e Norte da África, no Iraque e na Libia, até que os americanos, convenientemente, assegurando mercado para suas próprias armas, impusessem boicote a esses paises, levando a Engesa , sem socorro do Exército , à falência, e com ela, também, o Osório . Pratica que vem sendo utilizada, também, nas outras Armas da República , enquanto as Forças Armadas assistem o Parque Bélico Brasileiro , outrora viçoso e independente, definhar, com todos os empregos que poderia criar, e com a respectiva independência e soberania que assegurariam ao Brasil, em um setor tão estratégico, quanto tecnológico, o Brasil , em Marcha-Ré Histórica , ao invés, parece acomodar-se com o aproveitamento, puro e simples, de material desengajado no exterior, por obsolência e desgaste, como é o caso dos Mirage 2000 , importados por Lula da França , do Amigo Sarkozy , após serem desativados naquele país, para substituir os velhos Mirage III , em Anápolis, e pelo menos, é, também, o caso do Porta-Aviões São Paulo , antigo Foch , também retirado de serviço na França , e ancorado no Brasil , há cerca de dois anos, desde que uma caldeira explodiu, matando alguns bravos marinheiros. Enquanto abandona antigos projetos, como um upgrade no AMX , Caça feito pela Embraer , um avião relativamente bom, feito em conjunto com a Itália , e as Fragatas/Submarinos e Corvetas, feitas pelo Arsenal da Marinha , agora, prestes a adotar, radicalmente, nova tecnologia, prometida pela França , em vantajosissimos contratos econômicos, de bilhões de dólares, e empregos, no caso dos novos submarinos e helicópteros, a serem, eventualmente, produzidos no Brasil , o Pais, através das suas Forças Armadas , parece, ademais, fatalmente, fadado a ser mero consumidor de Tecnologias, e Materiais Ultrapassados, desenvolvidos no Exterior , ao invés de produzi-los, hábil e corriqueiramente, aqui, em Terras Tupiniquins , sem qualquer Royalt ou dependência técnica. Enfim, acantonados na Fronteira Triplice Sul do Brasil, refletindo uma possível preocupação Geopolítica com “ Los Hermanos Del Sur ”. Material, contudo, velho, usado, e abusado, destinado, de segunda-mão, para um Exército , e País, quem realizam uma Política de Defesa Externa , parece ser o c caso, também, de Segunda - Mão !?? |