O CONSTRANGIMENTO DE OBAMA COM O CLIMA NO PAÍS

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Por ; Francisco Vianna

 

A “Avaliação Nacional do Clima dos EUA 2014” não está com nada e se constitui numa nódoa no valor e na reputação da ciência americana. Parece que o Presidente Obama esta a tentar atrair a atenção do público para um “aquecimento global” que não existe no sentido de desviar o foco crítico dos americanos do inúmeros problemas que impedem o seu programa de assistência médico-hospitalar, o chamado OBAMACARE, uma espécie de SUS deles lá, de decolar, além de sua débil política externa e de outros fracassos e controvérsias administrativas.

 

O relatório desta “avaliação” pseudocientífica e de má qualidade finge que fatos, dados, e história simplesmente não existem, e segue em tudo a desmascarada missão de criar um catastrofismo ambiental fantasioso e destinado a criar o medo da ação humana sobre o ambiente. E isso é algo muito sério.

A Agência de Proteção Ambiental (APA) de Obama e o resto da emaranhada burocracia criada em torno da lenda do “aquecimento global” está sob ordem executiva esperando aprovação do Congresso, guerreando, enquanto isso, as medidas industriais revolucionárias de produção energética para suprir o país.

O Departamento de Estado nas mãos de John Kerry trabalha intensamente para fazer com que os EUA se submetam ao regime de “mudanças climáticas” da ONU com clímax agendado para a Conferência de Paris do ano que vem.

É interessante dar uma lida nas recém-publicadas declarações de Marc Morano da CFACT, que resumem de forma impactante toda a falácia do catastrofismo ambientalista apoiado pela Casa Branca.

Toda essa despropositada pressão calcada no “aquecimento global” levada a cabo pela administração Obama visa prejudicar e travar a liberdade, a independência e a prosperidade dos americanos, sabe-se lá com base em que ideologia.

A mídia necessita checar os fatos para denunciar esse relatório fajuto e por fim ao apoio cego que dá à campanha do “aquecimento global”. Os jornalistas têm o dever de começar a fazer as ‘perguntas inconvenientes’, tais como:

O que mostram os dados que possam estimar melhor a real temperatura média global?  Como são comparadas as medidas de temperatura reais com as predições do “modelo computacional” usado pelo painel da ONU? Como se tem comparado o clima de hoje com o comportamento climático histórico?

Ora, checar os fatos não significa citar o que dizem alguns ecologistas que se interessam pelo clima em detrimento do que diz a maioria dos climatologistas, estes sim os verdadeiros cientistas do clima terrestre. Significa arregaçar as mangas, imergir no mundo real dos dados, e comparar o que dizem os advogados do “aquecimento global” com o que ocorre na realidade.

A mídia precisa fazer a sua parte, pois há cientistas de muito valor fazendo a deles, pois não apenas a natureza, mas as pessoas devem merecer toda a atenção devida ao se inteirarem da verdade.

 

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