... ERRAR NOVO, E NÃO DE NOVO !

Por : Pettersen Filho

Nesse 28 de Outubro de 2018 o Brasil encontra-se em uma de suas maiores encruzilhadas históricas, que fazem da Inconfidência Mineira, da Independência e da Proclamação da República, em paralelo histórico, verdadeiro Conto da Carochinha, tamanho o desafio em que ora se encontra, defrontando-se pelo Poder uma Esquerda Virulenta, Corrupta e Radical, que governou o Brasil nos últimos cerca de quinze anos, afora o Período Branco de Michel Temer, um Governo Placebo de Transição, e de outro lado, uma Direita, confesso, retrograda, e até, radical, mas mal inevitável e inexorável, mediante a tarefa de varrer da República todo o resquício que a atual Esquerda, deixou ao exercer o Poder.

 

Confesso que, tendo votado em Lula, em 2002, quando “A Esperança venceu o Medo”, agora, meu medo é que o “Medo vença a Esperança” de ver Bplsonaro no Poder, eu, que nunca fui Bolsonarista autêntico, vejo o País à beira da ruina, mergulhado em sua mais profunda recessão econômica, e numa profunda crise de valores, em que Família e Religião são bens sofismáveis, e delegados à segundo Plano em nome de um falido Estado Social, Patrocinador e Assistencialista erigido pelo PT – Partido dos Trabalhadores, a maior desgraça já constituída no Brasil, que aparelhou o Estado e Pelegou os Sindicatos e Organizações Sociais em nome de um Projeto de Lula no Poder.

Preso e desgraçado politicamente, ainda assim, Lula tenta Eleger um “Poste”, Haddad, para perpetuar, como um Fernandinho Beira Mar os seus asseclas no Governo, de dentro da Cadeia onde se encontra preso, e ainda assim, continuar iludindo o Povo.

Então, mediante isso, não erremos de novo, elegendo o Poste, mas, sim, caso erremos, erremos novo, dando uma chance para Bolsonaro no Poder, afinal as instituições no Brasil hoje são sólidas, e em caso de desvio, podemos retirá-lo, como a Collor e Dilma, ou qualquer ditador

Vote 17 pelo bem do Brasil!

Antuérpio Pettersen Filho, membro da IWA – International Writers and Artists Association, é advogado militante e assessor jurídico da ABDIC – Associação Brasileira de Defesa do Individuo e da Cidadania, que ora escreve na qualidade de editor do periódico eletrônico “Jornal Grito do Cidadã”, sendo a atual crônica sua mera opinião pessoal, não significando necessariamente a posição da Associação, nem do assessor jurídico da ABDIC