Este Espaço destina-se a apoiar, divulgando, indicando e comercializando, um numero limitado de Novos Artistas Plasticos brasileiros, preferencialmente os que não tenham sido ainda Publicados ou Exibidos em Grandes Galerias, informando ao Internauta o seu Perfil e a sua Obra, em alguns casos, consignando a um percentual de 20% do valor da Obra, exemplares em Estoque, onde o Internauta poderá adquirí-lo da ABDIC, pelo valor indicado mais a despesa de remessa, se for o caso. Maiores Informações através do E-mail: naoabdicdoseudireito@abdic.org.br

KLEBER GALVÊAS

Kleber nasceu em Divisa (hoje Dores do Rio Preto) ES, durante o foguetório de encerramento (16 horas) da festa da padroeira da cidade vizinha (Carangola, MG), Santa Luzia, protetora dos olhos e da boa visão, em 14 – 12 - 1947.
Os primeiros anos da infância foram passados em Dores do Rio Preto, São Mateus, Rio de Janeiro Com 7 anos veio morar na Prainha, Vila Velha.
Nesta época já havia recebido de sua mãe, ex-aluna da irmã Tereza na escola do Carmo, as primeiras orientações sobre pintura. Matriculado no Colégio Marista teve aulas de desenho, como disciplina à parte, desde o 1º ano primário.
Em 1962 passa a freqüentar o Ateliê de Homero Massena e acompanha o mestre até sua morte em 74, quando organiza no teatro Carlos Gomes uma retrospectiva...mais

FÁBIO CASTANEDA

Por Pettersen filho

Fábio, Colombiano de nascimento, nascido entre os dois maiores Oceanos do Mundo, o Atlântico e o Pacifico, bem no Centro da Colômbia, entre a Selva e o Mar, tinha tudo para precipitar, unir-se, quem sabe, as Farc`s – Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, Movimento de Reformas daquele País, e, quiça, munido de um velho fuzil AK-47, com sua pequena cota de sacrifício, tentar mudar o Mundo,,,Mas, não.
Um belo dia Fábio embarcou em um Cargueiro, na estiva, e rodou o Mundo, até que em Londres, conta-me Ele, que viu um Artista fazendo Caricaturas, em plena Praça Pública, e, pronto, viu naquele expediente a sua Kalishinikov, com a qual, munido de pincel e tintas, mudaria, de seu âmbito, o Mundo...mais

RENATO CHAVES : “PINTOR DE TODAS AS CORES”

Por: Pettersen Filho

Liberdade, igualdade e fraternid-
ade:
São os sentimentos que de imediato me invadem ao deparar-me de súbito com a Obra mágica de Renato Chaves.
Chaves de vários mundos. Várias cores e várias almas. Aliás, vários Renatos.
O ladrão  das almas, o furtivo das cores e dos tons. O esguio das formas.
Capaz de, com igual destreza, com maniqueismo, somente admissivel aos que são inconfidentes, quedar aprisionadas as cores convencionais da Bastilha. Libertar-se do excessivo verde e laranja do tropicalismo caboclo, resgatando com sobriedade o obscurantismo e as contradições dálma barroca mineira. Remete-nos, com modernismo acentuado...mais

Ledo-ivo Gomes de Oliveira: "Das Barrancas do Rio São Francisco à Paris..."

Por : Pettersen Filho

Nascido no Sertão, filho da Caatinga, Ledo-ivo cresceu escutando, nas noites de serão, à luz de candeeiro, as Fabulosas Estórias de Lobisomem, Curupira, Cangaceiros, Almas Penadas e outras fantasias.
Adolescente, na conturbação das cidades de Juazeiro e Petrolina , em meio ao Rio São Francisco e ao Sertão brasileiro, na apaixonante Fronteira entre os Estados da Bahia e de Pernambuco, incomumente, foi leitor apaixonado de livros de Filosofia  Mitologia Grega e Grandes Epopéias, tais como, “A Ilíada” e “Odisséia”, “Divina Comedia”, além das“Mil e uma Noites” e outros, atípicos à sua Realidade Nordestina...mais

 

RESPEITOSA-MENTE: “VIRGÍNIA RODRIGUES”

 

Por: Pettersen Filho

Virgínia Rodrigues: Formada Bacharel em Artes Plásticas pela UFES – Universidade Federal do Espírito Santo, portanto, possuidora de formação técnica acadêmica e conhecedora curricular de todos os estilos/escolas, quando municia pinceis, ou não, parece transbordar impulsivamente anos e anos de conhecimento intelectivo, racional e sistemático. Mas, não os daquela que um dia foi aluna, e sim o da mulher-fêmea, que se descobriu em si e que hoje leciona nas suas telas o amor espiritualizado e transcendente. Passa, inevitavelmente, aos olhos de quem a assiste, felina e falsa impressão de que o produto emoldurado, daquilo que produz artisticamente, é a mais pura manifestação do que seja lógica dedutiva. Mas, no entanto, exara através da aquarela, o fundo do ser perceptivo de uma mulher que pinta e si pinta, em indefectível maquiagem....mais