Este Espaço destina-se a apoiar, divulgando, indicando e comercializando, um numero limitado de Novos Escritores brasileiros, preferencialmente os que não tenham sido ainda Publicados por Editoras Comerciais, informando ao Internauta o seu Perfil e a sua Obra, em alguns casos, consignando a um percentual de 20% do valor da Obra, exemplares em Estoque, onde o Internauta poderá adquirí-lo da ABDIC, pelo valor indicado mais a despesa de remessa, se for o caso. Maiores Informações através do E-mail: naoabdicdoseudireito@abdic.org.br

Rosana Regina : “ Coleção de Cornos
Por : Pettersen Filho

Ao chegar de viagem, já bem tarde da noite, nesta última quinta-feira, após breve período ausente de Vitória/ES, tendo estado em Belo Horizonte /MG, onde fui, sozinho, contemplar as Montanhas Alterosas e arrefecer minhàlma da maresia impregnada nos Ares Litorâneos Capixabas, ao encontrar na mesinha da sala um Convite para o Vernissage de Lançamento do Livro da Administradora de Empresas, Artista Plástica e Escritora Rosana Regina , levado por uma Amiga Comum, pensei, pelo título, tratar-se de uma provocação, insinuação ou brincadeira de mal gosto: “ Coleção de Cornos ?
Naturalmente, pensei, é uma armação: Não combinava comigo.
Contudo, mais tarde, ao refletir sobre o remetente, a Amiga Comum, resolvi arriscar.
Chegado o dia do Lançamento, 08/07, peguei a Companheira, Mulher e Amiga Alexandra , há mais de 19 anos ao meu lado, Mãe dos meus dois filhos : Lustrei a Suposta Galhada Protuberante , e dirigi-me ao tal Evento.
Lá chegando, não faltaram as frases clássicas, tais como: “ Chifre é coisa que botam na sua cabeça ”, ou outra perola do gênero, “ Chifre foi feito pra homem, animal usa de enxerido
Ainda assim, estando com a Companheira, inerte, de braços dados, firmemente entrelaçados, mantive impoluta a convicção de que não era comigo, logicamente.
Foi quando, sendo eu um estranho no ninho, alguém me apresentou a Autora, a Artista Plástica Rosana Regina , a quem fui logo demandando: “ Me vê um exemplar ai, que eu vou levar, mas com dedicatória. Escreva ai - determinei -, o adquirente não é corno! ”Munida de uma educação, a qual mais tarde, depurei, ser-lhe peculiar, assim a Artista procedeu, dedicando-me o exemplar adquirido.
Mais calmo e desagravado, com aquele atestado postado pela Autora, ao meu comando, logo na Primeira Página do Livro, diga-se de passagem, pude reparar, de claríssima grafia e ilustrado com desenhos alusivos, de extremo bom gosto (Ilustração de Cléria Afonso e Capa de Luara Monteiro), aquietei-me, estando ainda a minha Esposa ao lado, e coloquei-me a indagar, meio que irresignado, diante do certame:
É uma autobiografia, sua ?
Fi-lo, disparando a minha metralhadora verbal, colocando-me flagrantemente no ataque.
Não !”: - Esclareceu-me a Autora, informando ainda - “ É que nos foi determinado, como pré-requisito a uma Exposição, na UFES – Universidade Federal do Espírito Santo, que concebêssemos peças, em cerâmica, para uma Mostra, e, sem saber o que realizar, socorreu-me uma amiga, sugerindo que houvera feito uma serie de dentes, também em cerâmica, cada um de uma cor, indagando-me o por que de não fazer algo parecido ?”
.Foi daí, tentando reproduzir o dente exibido... – esclareceu -, que saiu o tal “Chifre”, logo reconhecido por todos os presentes, como tal, no que começaram a narrar fatos obtidos de adultério, ou da traição conjugal, em alguns dos casos, situações, tanto trágicas, quanto hilárias, que, enfim, adveio a idéia da Obra, totalmente desvinculada do trabalho original” - acrescentou a Autora.
Há, bem – respirei aliviado -. pois eu vim aqui preparado, – fiz insinuando um volume que trazia na linha de cintura - , a fim de tomar satisfações. Se fosse verdade, essa aqui – apontei minha Fiel Esposa – não voltaria para casa sem uma boa surra, hoje ”,- demandei, demonstrando a velha e inútil arrogância masculina. .
Enfim, do mal entendido, após intensa e compulsiva leitura: “ Coleção de Cornos ” é uma obra imperdível da Monogâmica Artista Plástica e Escritora, Rosana Regina .
Eu a recomendo:
Uma Obra da mais completa aceitação.

Caracteristicas da Obra Lei Rubem Braga
:Páginas 90 páginas
Estilo Ilustrado/Crônico
Edição Independente
Valor a Definir

rosanavix@yahoo.com.br

"Antuérpio Pettersen Filho, bacharel em Direito e Investigador da Polícia Civil, é autor do livro "O Estado no Banco dos Réus", no qual faz minucioso relato do drama em que se envolveu desde o dia 23 de julho de 99, culminando com o assassinato do sargento da PM da Bahia José Valério de Oliveira Netto em 19 de fevereiro de 2001, durante viagem de ônibus de São Mateus para Pedro Canário, no Norte do Estado.

Trata-se de relato documentado de tudo que aconteceu nesses quase dois anos entre um fato e outro, deixando claro que a tragédia poderia ter sido  evitada, caso as autoridades de ambos os estados houvessem tomado as necessárias providências. Segundo Antuérpio, que está sob regime de prisão domiciliar depois de passar bom tempo preso na Delegacia de Vila Velha, a popular Alpha 10, hospedeira de policiais envolvidos em delitos penais, tudo começou logo depois que foi designado para trabalhar em Pedro Canário.Em razão da dificuldade de morada naquele município, optou por residir no balneário de Alcobaça, no litoral Sul da Bahia, fronteira com o Espiríto Santo, para onde se deslocava nos finais de semana e dias de folga. Em julho de 99 foi sorteado num consórcio e adquiriu uma motocicleta, que lhe seria útil para ir do trabalho para casa e vice-versa. Ao tentar justificar na Delegacia de Alcobaça que o veículo só seria registrado na semana seguinte, surpreendentemente se viu admoestado pelo sargento Valério, então chefe do destacamento policial..." "A partir daí teve início verdadeira via-crucis. Antuérpio, além de impetrar um habeas corpus preventivo no Fórum baiano, enviou ofícios às autoridades daquele Estado relatando o que acontecia, e também à Secretaria de Segurança do Espiríto Santo, solicitando remoção para outra jurisdição em vista do impasse que se agravava a cada dia. Inclusive, comunicou o fato ao sindicato da sua categoria que, por sua vez, interveio junto à Secretaria de Segurança, sem resultado... "As relações entre o policial civil capixaba e o militar baiano foram azedando até o desfecho final, em fevereiro de 2001, quando Antuérpio, acossado pelo temor de ser morto, matou o sargento com quatro tiros, quando ambos viajavam de São Mateus para a Bahia. Claro que nada justifica crime de morte, mas a verdade é que o descaso das autoridades capixabas para com  problema de tal seriedade contribuiu, de maneira determinante, para o assassinato que destruiu duas famílias, e cujas consequências ainda não estão definidas. Se a Chefia da Polícia Civil da época houvesse tomado as providências solicitadas pelo funcionário acossado em região hostil por natureza (as fronteiras capixabas, com Minas e Bahia, sempre foram marcadas pela violência), por certo nada disso teria acontecido. O título do livro, escrito por Antuérpio durante o tempo em que esteve recolhido à cadeia de Vila Velha, "O Estado no Banco dos Réus", encerra toda a realidade de um sistema em que ordens são emanadas de gabinetes refrigerados, bem distantes da realidade do cotidiano, onde os menos privilegiados são comandados como bonecos sem importância, nesse palco absurdo em que o desfecho do espetáculo acaba sendo a morte.Um registro documentado de uma tragédia anunciada. Vale a pena ser lido"

"A TRIBUNA" - 18/01/2005  "UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA" - COLUNA : "CIDADE ABERTA" - PEDRO MAIA

Clique abaixo alguns trechos do Livro:


Caracteristicas da Obra Livro Juridico
:Páginas 298 páginas
Estilo Narrativo/Crônico
Edição Independente
Valor R$ 45,00

 

 

MARCELO PEREIRA RODRIGUES : “AUTOR DE “REMINISCÊNCIAS””

 

Por : Pettersen Filho

 

Marcelo Pereira Rodrigues ” é um desses “ Cidadãos ”, Tipo, “ Comum .”

Poderia passar despercebido, pela sua delicadeza e aguçado senso critico, eloquentemente, silencioso, embora, falante, por qualquer um dos Grandes Aeroportos do Mundo, com a sua discreta mala de rodinhas, e ninguém lhe repararia as feições humanas.

Seguramente, poderia passar, como, somente mais um nome, “ Comum ”, dentre tantos outros, na imensurável Lista Telefônica , de cidade cosmopolitana moderna, “ Tipo ” New York City, ou a Paulicéia Desvairada, como somente mais um “ Marcelo ”, das Páginas Amarelas da Tóquio Futurista, e dos Mangas Japoneses , Personagem de Quadrinhos com quem, ao meu modesto ver, Marcelo se assemelha: De Traços Comuns, Caucasiano, de Estatura Mediana, e Corpo Franzino. Olhos Intensos. Gestos Heróicos.

Capaz, contudo, de conter um Grande Espírito, Habitáculo da Alma : A de Marcelo Pereira Rodrigues.

Somente mais um: “ Marcelo ”, dentre tantos, como são tantos os “ Antônios”, os “Joãos” e as “Marias...

Mas, porém, não Este “ Marcelo !” :

O “Marcelo Pereira Rodrigues”

O “ Autor das Delicadezas .” “ Senhor Absoluto das Sutilezas ”: Marcelo Pereira Rodrigues...

Não, Ele! Nosso Marcelo. O “ Marcelo Grato ”, Generoso. Enfim, “ Marcelo do Mundo

... Seu Primeiro Livro, pelo menos, ao que me consta, deduz tudo, do que está por vir , para quem ousar ler Marcelo .

Chama-se, Inflama-se, Insinua-se. Metódica e delicadamente: “ 23 horas, 59 minutos: Reminiscências do que está por vir.”...

Desse Mineiro ”, de Conselheiro Lafaiete, para o Mundo....

Recebi-o, há cerca de um ano e meio atrás... E logo encantei-me, por Ele, e pelo Livro.

Até hoje o estou lendo, “ Reminiscências ” de 106 páginas, as quais leio 106 por dia, em grandes e implacáveis goles, sem, contudo, jamais haver sabido chegar ao fim do Cálice.

Justamente, no último minuto, às “23 horas, 59 minutos”, o Relógio, indefectível, do Tempo, volta-me. Remete-me à Orelha da Contra-capa , e, volta tudo, de novo. No Minuto Final: “ Reminiscências do que está por vir...

Ano Passado, pela Editora “O Lutador” , anos após a morte de Jean Paul Sartre, o, também, Imensurável , Filosofo Existencialista Francês, através do, até hoje, Inédito Romance, de Marcelo Pereira Rodrigues: “Um Café com Sartre: Bar-Café” , Marcelo, sempre Ele, tornou o “ Dejavour ” possível, numa espécie de Reencarnação Literária , que une Planos Distintos: Matéria e Espírito . Somente à Marcelo Possível realizar:

Já imaginaram: “ Um Café com Sartre ?

É esse o nome do Livro...

Então, com vocês: Marcelo Pereira Rodrigues . Nome Comum. Sujeito Comum. Livro Comum, não fosse, “ Um Café com Sartre

Enjoy ”: Marcelo Pereira Rodrigues. Autor de “ Reminiscências ”. Às 23 horas, 59 minutos, do que está por vir...?

nosmpr@bol.com.br

Caracteristicas da Obra Romance
:Páginas 178 páginas
Estilo Romance/Crônico
Edição Edt. O Lutador
Valor A Definir

Edson Bueno de Camargo

Edson Bueno de Camargo nasceu em Santo André - SP, em 24 de julho de 1962, mora a partir de seu segundo dia de nascimento em Mauá – SP.

Publicou: “De Lembranças & Fórmulas Mágicas” Edições Tigre Azul/ FAC Mauá -2007; ”O Mapa do Abismo e Outros Poemas” Edições Tigre Azul/ FAC Mauá -2006,  “Poemas do Século Passado-1982- 2000 edição de autor - Mauá - 2002; “Cortinas”, com poesias suas e de Cecília A. Bedeschi - Mauá - 1981; participou das antologias poéticas “As Cidades Cantam o Tamanduateí que Passa”.da Prefeitura do Município de Mauá – Mauá - 2003 e “Poesia Só Poesia” Editora Novas Letras – São Paulo - 2004 . Junto com os amigos escritores da extinta Oficina Aberta da Palavra, grupo de Mauá-SP, edita o fanzine aperiódico "Taba de Corumbê". Menção Honrosa - 17º Concurso Nacional de Poesia "Helena Kolody" 2007.  1º lugar do Prêmio Off-Flip de Literatura – 2006 – categoria Poesia.  Menção Honrosa - 24o Concurso Literário Yoshio Takemoto

Participa do grupo poético/literário Taba de Corumbê, do qual por aclamação foi intitulado Cacique e das aulas da Escola Livre de Literatura de Santo André-SP, como aprendiz de mundo.

Edson Bueno de Camargo
Rua José Cezário Mendes, 104 Vila Noêmia – Mauá – SP – Brasil.
CEP – 09370-600
correio eletrônico: camargoeb@ig.com.br

Caracteristicas da Obra Livro de Fraguimentos
:Páginas 90 páginas
Estilo Crônica
Edição Tigre Azul
Valor R$ 10,00

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Bruno Grossi

O Grão Imastigável” é a primeira publicação do autor que em cada um dos seus poemas tenta dar materialidade aquilo que à priori é da ordem do indizível. Sua poesia se caracteriza pela profusão de imagens e sentidos que nos remetem sempre à morte e à negatividade. Suas escritas são construídas pelas “ruínas” ao seu redor, por suas experiências mais dolorosas e dilacerantes. Por certo, é uma negatividade produtiva, pois é a partir dela que o autor conforma sua obra.

Feito artesanalmente pelo próprio autor, o livro “O Grão Imastigável” possui como conceito a literatura como alimento. Para Bruno Grossi, as pessoas precisam consumir mais livros, engolir palavras, devorar sentimentos... Não é a toa que o livro é servido aos leitores dentro de uma marmita.

A minha arte não é contemplável. É visceral. É negra. A parte oculta da mente possui a essência da dor. Para mim, o mundo é obscuro, cinza e degradante... O ato de associar a angústia contida num universo paralelo com o tempo real é bastante inspirador. Na minha arte, se destacam as lacunas contidas nas frases, nos traços, nos movimentos e na sutileza das palavras mortas.

Bruno Grossi nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. E é dessa terra, dessa gente, que busca suas inspirações. Como aconteceu com muitos mineiros, desde criança se envolveu com a literatura e com a arte.

Começou escrevendo, desenhando e lendo tudo que podia. Poemas, contos, quadrinhos. Além disso, produzia fanzines, compunha músicas e divulgava a cultura e a arte. Criou a Revista Nota Independente, com o objetivo de alavancar e incentivar todo tipo de expressão artística.

O cinema, a ilustração e a pintura completam as áreas de atuação desse artista interdisciplinar e multimídia. Nas artes visuais, produz vídeos-arte e curtas-metragens experimentais e complexos, já premiado em festivais.

Na literatura, viaja pelo que há de mais íntimo em seu ser. Caminha pelos sentimentos mais profundos e pela emoção. Navega pelo trágico... Para ele, dentro de cada ser há uma célula depressiva e má, há certo auto-desprezo, que surge da retraída angústia que vive em nosso interior. Isso o inspira e o envolve, fazendo-o escrever o que realmente sente, transformando-o em um “o outro”. Um outro completamente instigante e envolvente.

Bruno Grossi  é mineiro nascido em 1979. Poeta, videomaker e artista. Teve poemas publicados no Brasil e do Exterior. Recebeu prêmio e participou de festivais com seus trabalhos de vídeo-arte. Está lançando seu primeiro livro de poemas "O Grão Imastigável". E-mail: brunogrossi.arte@gmail.com

(31) 8884.0913 – www.caoxadrez.com/brunogrossi

Adquira o seu com o autor ou na Livraria MANUSCRITOS - Cinema Belas Artes
Rua Gonçalves Dias, 1.581
Praça da Liberdade 
R$10,00

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



MARCELO PEREIRA RODRIGUES : “AUTOR DE “REMINISCÊNCIAS””

 

Por : Pettersen Filho

 

Marcelo Pereira Rodrigues ” é um desses “ Cidadãos ”, Tipo, “ Comum .”

Poderia passar despercebido, pela sua delicadeza e aguçado senso critico, eloquentemente, silencioso, embora, falante, por qualquer um dos Grandes Aeroportos do Mundo, com a sua discreta mala de rodinhas, e ninguém lhe repararia as feições humanas.

Seguramente, poderia passar, como, somente mais um nome, “ Comum ”, dentre tantos outros, na imensurável Lista Telefônica , de cidade cosmopolitana moderna, “ Tipo ” New York City, ou a Paulicéia Desvairada, como somente mais um “ Marcelo ”, das Páginas Amarelas da Tóquio Futurista, e dos Mangas Japoneses , Personagem de Quadrinhos com quem, ao meu modesto ver, Marcelo se assemelha: De Traços Comuns, Caucasiano, de Estatura Mediana, e Corpo Franzino. Olhos Intensos. Gestos Heróicos.

Capaz, contudo, de conter um Grande Espírito, Habitáculo da Alma : A de Marcelo Pereira Rodrigues.
Somente mais um: “ Marcelo ”, dentre tantos, como são tantos os “ Antônios”, os “Joãos” e as “Marias...
Mas, porém, não Este “ Marcelo !” :
O “Marcelo Pereira Rodrigues”
O “ Autor das Delicadezas .” “ Senhor Absoluto das Sutilezas ”: Marcelo Pereira Rodrigues...
Não, Ele! Nosso Marcelo. O “ Marcelo Grato ”, Generoso. Enfim, “ Marcelo do Mundo

... Seu Primeiro Livro, pelo menos, ao que me consta, deduz tudo, do que está por vir , para quem ousar ler Marcelo .
Chama-se, Inflama-se, Insinua-se. Metódica e delicadamente: “ 23 horas, 59 minutos: Reminiscências do que está por vir.”...
Desse Mineiro ”, de Conselheiro Lafaiete, para o Mundo....
Recebi-o, há cerca de um ano e meio atrás... E logo encantei-me, por Ele, e pelo Livro.

Até hoje o estou lendo, “ Reminiscências ” de 106 páginas, as quais leio 106 por dia, em grandes e implacáveis goles, sem, contudo, jamais haver sabido chegar ao fim do Cálice.

Justamente, no último minuto, às “23 horas, 59 minutos”, o Relógio, indefectível, do Tempo, volta-me. Remete-me à Orelha da Contra-capa , e, volta tudo, de novo. No Minuto Final: “ Reminiscências do que está por vir...

Ano Passado, pela Editora “O Lutador” , anos após a morte de Jean Paul Sartre, o, também, Imensurável , Filosofo Existencialista Francês, através do, até hoje, Inédito Romance, de Marcelo Pereira Rodrigues: “Um Café com Sartre: Bar-Café” , Marcelo, sempre Ele, tornou o “ Dejavour ” possível, numa espécie de Reencarnação Literária , que une Planos Distintos: Matéria e Espírito . Somente à Marcelo Possível realizar:

Já imaginaram: “ Um Café com Sartre ?

É esse o nome do Livro...

Então, com vocês: Marcelo Pereira Rodrigues . Nome Comum. Sujeito Comum. Livro Comum, não fosse, “ Um Café com Sartre

Enjoy ”: Marcelo Pereira Rodrigues. Autor de “ Reminiscências ”. Às 23 horas, 59 minutos, do que está por vir...?

nosmpr@bol.com.br

Caracteristicas da Obra Romance
:Páginas 106 páginas
Estilo Romance/Crônico
Edição Edt. Carlos Pratis
Valor A Definir

“A MATRIZ DE SÃO MIGUEL ARCANJO”

Por :Virgínia Rodrigues

“Este trabalho fundamentou-se com o propósito de efetuar estudos de natureza histórica e artística, que contribuíram para preencher a lacuna existente na História da Arte do Espírito Santo.

A falta de estudos dessa ordem, além de perpetuar o desconhecimento e a desvalorização de nossos bens artísticos, contribui também para a perda de documentos e para a destruição, e descaracterização dessas mesmas obras,como ocorreu na Matriz de São Miguel de Arcanjo, em Guaçui.
Foi organizado em cinco capítulos.
No primeiro abordamos a história do povoamento e o seu desenvolvimento político, social e econômico, desde o Século XIX até o final da segunda década do Século XX, período em que foi construída a Matriz.
No segundo capitulo discorremos sobre a construção da primeira capela no Povoado e a sua demolição, seguida da construção da Matriz de São Miguel de Arcanjo.
Tratamos no terceiro capitulo da arquitetura da Matriz e seus elementos decorativos.
No quarto capitulo fazemos a análise iconográfica de três pinturas murais, ainda existentes na matriz de São Miguel de Arcanjo.

Abordamos, resumidamente, no quinto capitulo, a História da escultura Sacra Brasileira e descrevemos quatro esculturas, que são de madeira policromada, e, catalogamos mais vinte e duas de gesso, também policromadas, encontradas na Matriz de São Miguel de Arcanjo.”

bidain@terra.com.br

Caracteristicas da Obra Livro de Artes
:Páginas 66 páginas
Estilo Pesquisa/Tecnico
Edição Ins. Historico Geografico-ES
Valor R$ 15,00

Antuérpio Pettersen Filho nasceu em Belo Horizonte , capital do Estado de Minas Gerais. É um poeta egresso dos tribunais de justiça. Advogado de formação, iniciou sua graduação na Universidade Federal do Espírito Santo - UFES, vindo a formar-se em Minas Gerais , na Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce. Lançado em abril de 2000, quando dos quinhentos anos do descobrimento, o "Inconfidente Mineiro", livro de poesias, tão somente, ganhou em 2002 uma versão itinerante, na forma de molduras e painéis conjugando a estética, só possível às ilustrações, aglutinada a concretividade métrica dos seus disformes versos, com os quais passou a fazer exposições: Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, abril/2002; Assembléia Legislativa de Minas Gerais, dez/2003; Galeria Mohangara, Gov. Valadares, março/2004; Câmara Municipal de Uberaba, março/2004; Palácio Administrativo Municipal de Uberlândia, março/2004; e, finalmente, a consagração em Ouro Preto , na Fundação de Arte de Ouro Preto, durante as comemorações da Inconfidência Mineira, abril/2004. Em finais de 2004, ainda, lançou a Obra, de cunho Jurídico, “Processo Penal: O Estado no Banco dos Réus”, que iria transformar de vez a sua visão de vida. Obra de natureza autobiográfica, Antuerpio narra, de maneira densa e crua, todo o seu passamento, desde o ingresso no Serviço Público, afeto a Segurança, até o seu desengajamento e passagem pela prisão. Atualmente, entre uma Palestra e outra, que realiza, Antuérpio é redator-chefe do pequeno Jornal periódico "Grito Cidadão", pertencente à ABDIC - Associação Brasileira de Defesa do Indivíduo e da Cidadania, criada como Entidade Civil por ele próprio, onde se dedica à causa humanitária e justicialista, a qual considera que estão inseridos todos os que desejam ardorosamente participar do tempo em que vivem, e testemunham, com protagonismo e realização.

 

Caracteristicas da Obra Livro Ilustrado
:Páginas 114 páginas
Estilo Poesia
Edição Independente
Valor R$ 20,00