A invasão do Iraque foi Positiva

Por : Hallison Liberato

Não raro me deparo com acadêmicos desqualificando a guerra no Iraque pelo número de mortos desde que George Bush (o filho) resolveu invadir aquele país para estabelecer uma democracia baseada nos valores ocidentais.

É comum encontrar universitariozinhos que parecem saber mais do que o serviço de inteligência da CIA. O mais estarrecedor é que estes jovens ignorantes pensam assim por culpa de seus professores, comunistas em sua maioria que se opõe de forma veemente a qualquer tentativa de liberdade oferecida a quem quer que seja.

Pretendo neste pequeno artigo acabar com os argumentos dos defensores da antiga política iraquiana.

Não faz sentido criticar a posição norte-americana no Iraque de tentar salvar a vida daquele povo enquanto no Brasil morrem 50 mil pessoas por ano(2006) e no mesmo período morreram 34 mil no Iraque. Antes de procurarem sujeira na casa dos outros deveriam limpar a sujeira da própria casa.

Enquanto Saddam Hussein esteve no poder durante 24 anos de ditadura, morreram 600 mil civis. Dividindo esta quantia temos 25 mil mortes por ano dentro deste período de trevas para o povo iraquiano.

Os intelectuais dizem que foi um erro gigantesco invadir o Iraque, utilizando o argumento da cultura . Novamente a cultura. Não podem ser considerados intelectuais pelo simples fato de não raciocinarem que nenhuma cultura pode passar por sobre qualquer princípio universal humano, como a vida.

Se um regime aceita que 25 mil pessoas sejam assassinadas sem fazer absolutamente nada para pôr um fim a isso, nada mais justo do que proteger a indefesa população que desarmada nada pode fazer.

Aliás, é uma situação muito parecida com a do Brasil, onde morrem 50 mil pessoas por ano e o governo institui a lei do desarmamento, fazendo com que o cidadão não tenha direito à defesa, sendo refém de marginais e assassinos que não cumprem qualquer lei instituída pelos governantes. No Iraque, um regime totalitário como o de Hussein, morreram 25 mil pessoas por ano. No Brasil, teoricamente em tempos de paz, morrem 50 mil pessoas por ano. Parece que os intelectuais procuram esconder estas cifras.

Voltando à invasão do Iraque, o número de mortos caiu 87% em relação aos tempos de Saddam, e os assassinatos hoje não são em decorrência da invasão, mas de criminosos islâmicos que têm ódio do ocidente e matam crianças, pessoas inocentes que querem apenas trabalho e uma vida digna.

Temos no Brasil 50 vezes mais mortos do que na Faixa de Gaza. E tem gente revoltada pela estabilização do Iraque.

Francamente.

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