SECRETARIA PROCESSA VIAÇÃO ÀGUIA BRANCA, SEM EXITO
A Secretaria Doméstica Iônice Cassiana ingressou com uma Ação no Juizado Especial de Pequenas Causas Cíveis de Vitória, na “Casa do Cidadão” contra a Viação Águia Branca, alegando perdas e danos morais e materiais, e perdeu a Causa.
Segundo a Secretaria, que buscou, ela mesmo, apoio no Poder Judiciário e entrou com a Ação, tudo se deu quando, participando de uma Excursão Religiosa, que ocorreu na Cidade de Nanuque/MG, adquiriu bilhetes da Empresa em Vitória, e juntamente com a sua filha menor, embarcou em um ônibus da Viação, munida do Cartão de Vacina e Cópia da Certidão de Nascimento da menina, plenamente admitida embarcar pela Empresa, em Vitória, sem qualquer oposição, na viagem de ida.
Ocorre que, quando tentou voltar para casa, em Vitória, o Motorista da Empresa, em Nanuque, não admitiu o embarque, alegando que os documentos não tinham validade, o que fez com que ela tivesse que pernoitar na Cidade, somente podendo viajar no outro dia, desta vez com consentimento do Juizado de Menores de lá.
Inconformada, Iônice propôs a Ação, e, ao aproximar-se a Audiência, definitiva, depois da tentativa de Conciliação, procurou a ABDIC e se associou, tendo a Associação constituído Advogado para ela, que, contudo, sequer foi ouvida em depoimento pessoal pelo Juiz, o que causou ainda maior indignação, devido a insensibilidade e pelo fato de não poder falar.
Na Sentença exarada o Juiz entendeu que a Empresa, tão somente, ao proibir o embarque em Nanuque, estava cumprindo Portaria do Juizado de Menores.
Em desabafo choroso, na nossa Sede, Iônice questiona: “Mas, afinal, quando a Empresa estava agindo corretamente ? No primeiro momento, na viagem de ida, quando autorizou o embarque, ou na viagem de volta, quando negou ? Se eu era, de fato, uma bandida, por que não acionou as autoridades ? E, mais, por que, então o Juizado de lá, autorizou ?” Justiça”, complementa, somente a Divina.